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Camelôs recusam áreas e querem salão da Catedral

Em assembleia realizada no final da tarde desta quarta-feira, dia 27, 120 dos 167 permissionários do Shopping Azul, que pegou fogo no último sábado, recusaram os três locais indicados pela prefeitura de Rio Preto para locação temporária: a praça Leonardo Gomes (na frente do novo terminal urbano), a sede social do Palestra e a estação ferroviária.

A recuperação do piso da rodoviária onde funcionava o ‘camelódromo’ deve levar pelo menos dois anos, segundo estimativa do Executivo. Os lojistas do comércio popular aprovaram por unanimidade o salão da Catedral de São José, com entrada pela rua Tiradentes e localizado no Calçadão.

O local escolhido pelos camelôs fica próximo a Praça Dom José Marcondes, onde as barracas ficaram por anos até que houve a remoção para o Shopping Azul.

Ao longo dos anos, a permanência na praça gerou muitos conflitos com comerciantes da área central que alegavam concorrência desleal, tendo que pagar impostos, aluguel e encargos trabalhistas enquanto os camelôs vendiam seus produtos sem ônus.

Até o momento, nem a Igreja Católica e nem a prefeitura se manifestaram sobre a proposta dos permissionários.


Da Redação

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